Nossa Fraternidade
Fundada
em 7 de março de 1972 por um grupo de espíritas
sob o comando de seu atual diretor Presidente, José
Carlos Zanarotti, com a égide de Allan Kardec e
proteção de seu mentor RAMATÍS. Sua
sede social situa-se à
Rua Theodoro Horst, 129 - Tucuruvi - São Paulo
- SP Fone: Telefone: 11 6953 93 88
Considerada
de Utilidade Pública Estadual - Lei No 3.590 de
18/11/82. Registro Civil de Pessoas
Jurídicas sob No 48.326 de 03/04/72 - 4o Registro
de Títulos e Documentos
Fundamentação
Apoiada na Codificação Kardequiana, professamos
um ideal universalista, envolvendo todos os credos que
ajudem o homem na busca da Verdade, sem sectarismo, mas
conforme os preceitos dos grandes instrutores espirituais,
desde Hermes Trismegistor, Krisha, Filon, Confúcio,
Budha, Lao-Tse, Gandhi e tantos outros, até Allan
Kardec e seus continuadores e sob a sublime inspiração
do Evangelho de Jesus.
Com a orientação desses luminares, a Fraternidade
enriqueceu-se com as experiências da Umbanda e das
notáveis contribuições do Budismo,
da Rosacruz, da Yoga, da Teosofia, para aplicá-las
na educação moral, mental e espiritual da
criatura humana, conduzindo-a para a sua integração
nos postulados espíritas e espiritualistas que
a conduzirão ao posto de Legionários
do Terceiro Milênio.
Sob o toque pessoal de RAMATÍS procuramos desenvolver nas criaturas que
se aproximam de nós, um pendor universalista, a vocação fraterna
e postura crística, desenvolvendo os esforços no sentido de sua
espiritualização e conscientização de que a Doutrina
é um meio e não um fim.
Somos
continuamente alertados para a revelação maravilhosa da imortalidade
da alma através do Espiritismo. Aqui todos são convidados para a
modificação da conduta desregrada e para a responsabilidade da vida
espiritual, mas, sobretudo, para a observância da universalidade do Cristo,
alheia à competição de seitas e religiões. E que a
recomendação do amai-vos uns aos outros como eu vos amei,
síntese da filosofia cristã, seja o compromisso incessante dos trabalhadores
de todas as horas.
É
preocupação fundamental nossa afastar a idéia de fazer do
Espiritismo um amontado de preceitos que o distanciam das outras convicções
religiosas que-- achamos-- devem ser respeitadas e não combatidas. Pois,
segundo RAMATÍS e conforme JESUS que afirmou onde haja
duas ou três pessoas reunidas em meu nome, ali estarei entre elas,
pois servem para a manifestação do Espírito o ambiente do
templo protestante ou católico; os tattwas esotéricos; a Teosofia
ou o labor Rosacruz e da Maçonaria; o acampamento Krishnamurtiano, a penumbra
das sessões espíritas; os rituais dos terreiros umbandistas; as
posturas muçulmanas; o Budismo; o Yoga; o sincretismo dos cenáculos
e das estrofes mantrânicas dos iniciados.
É
nosso dever acatar e respeitar os pontos de vista doutrinários e filosóficos
de qualquer coloração religiosa. Isto, contudo, não nos obriga
a adotá-los ou questioná-los, pois, de acordo com os Sublimes Mentores
que atuam em nossa egrégora espiritual, tudo acontece no momento exato;
que o aceitar ou recusar pontos de vista religiosos ou doutrinários é
uma questão de maturidade espiritual; e que, sobretudo, o que eleva e dignifica
o homem é a sua postura perante o seu semelhante, perante as leis da vida
e da sociedade onde ele vive, as quais não são propriedade de nenhuma
conceituação religiosa ou filosófica.
Nosso
escopo, além de subsídios da religiosidade, é fornecer meios
de equilíbrio psicofísico às criaturas humanas, através
da Medicina Alternativa, consubstanciada na Homeopatia , Radiestesia, Radiônica,
Cromoterapia, Fitoterapia, Alimentação racional, Pirâmides,
cristais, e demais energias das formas, etc, possibilitando à criatura
a sua reativação moral, mental e espiritual.